terça-feira, 16 de dezembro de 2008

O dia cultura

Nesse dia acordamos um pouco mais tarde, um de meus colegas de quarto teve um problema gastro-intestinal após o café da manhã, algo que atrasou um pouco nossas visitas. Saimos dali de ônibus até o Masp. A visita lá foi legal, ao meu ver a flecha de deformidade aumentou 2,5mm, os moradores de rua estavam bem, tudo normal aparentemente até que... p.. quem colocou uma câmera de segurança bem ali, grudada em baixo do vão? Fala sério, decepção. O acervo pelo menos foi um bom consolo. uma exposição da nova pintura chinesa, retratando o cotidiano. Destaque pro Chengyun. No andar de cima tinha Manet, Renoir. Valeu o ingresso.
Pegamos o ônibus e bora pro Centro Cultural São Paulo - já pensou num centro cultural Uberlândia? boa idéia. O lugar é muito legal, muito amplo, muito claro, muito leve. De um lado um cara tocando instrumentos de corda. Na outra ponta um pianista, em baixo pessoas lendo, no meio uns estudando. Praticamente uma biblioteca que interage culturalmente com você.
Mais ônibus, almoço na Liberdade e em seguida o Mube - Museu Brasileiro de Escultura. Eu sei que a regra diz para colocar o nome primeiro e a sigla em seguida, mas para manter uma linguagem mais informal, quero fazer assim.
O Mube não teve muita coisa legal não, já que eu não sou muito familiarizado com a escultura moderna. O edifício em si é legal. Uma espécie de praça, pra quem, de fora, o observa - tá bom formal assim, então? Depois dessa, o povo já tava acabado.
Seguimos pra aquela que seria a "zebra" do dia: o novíssimo Edifício Harmonia - Triptyque. Acho que foi a melhor sensação causada por um edifício nessa viagem. Um prédio que apresenta o verde presente nele todo? Isso é demais - né, Danilo? Feito para abrigar escritórios, é bastante iluminado, ventilado e muito bem projetado. Vale ressaltar os espaços abertos, a mobilidade para mudar o ambinte do penúltimo andar e a vizinhança maravilhosa daquelas ruazinhas da Vila Madalena.
Saltamos do ônibus na Teodoro Sampaio eu, o Plinêra, o Moica e o Diego, pra ver uns instrumentos, porque ninguém é de ferro - exceto o Homem de Ferro, Tony Stark. Vale lembrar ainda as composições que rolaram dentro do ônibus, em breve no youtube.







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